Dia do Damista - 9 de maio


Assembléia Legistaliva de São Paulo

saúda o Dia do Damista !!

O deputado Campos Machado lembrou-se do Dia do Damista e encaminhou um voto de congratulações à Federação Paulista de Jogo de Damas !

 

 


 


9 de maio - Dia do Damista !!

         Todo damista brasileiro nasceu no dia 9 de maio !

        Esta é uma forma de homenagem sincera, simples e delicada ao Mestre Geraldino Izidoro, que também nasceu no dia 9 de maio.

         Há quem diga que o Dia do Damista não é dividido em horas, minutos ou segundos, mas que o Dia do Damista é dividido em pequenas saudades.

         Saudades da mesa em que Júlio Mindelo fazia suas belas análises.  Daquelas planilhas do Waldemar Bakumenko. Da agitação do Miranda da Bahia. Daquela elegância dos finais do Fabelo Chaves. Da Defesa Leningrado que o Reginaldo Cruz trouxe da Paraíba. Saudades do Américo Gaet, quase que imbatível em Brasília. Do Nilton  Stock com sua simpatia, trazida de Porto Alegre.

Enfim, saudades de todos os que já se foram, mas que, por força do encantamento do jogo de damas,  ainda continuam junto de nós.

        A Confederação Brasileira do Jogo de Damas sente que contribuiu para que estes jogadores do passado fossem o espelho e a alma dos damistas que aí estão, com suas personalidades próprias, com seus conceitos aprimorados, com suas técnicas evolutivas.

E a lembrança deste crescimento todo é o presente que a Confederação oferece ao mundo damístico brasileiro no dia 9 de maio, dia de Izidoro e de todos nós. 


Os primeiros torneios apresentando uma organização séria aconteceram a partir de 1935, no Rio de Janeiro.

Nessa época surgiu Geraldino Izidoro da Silva, que publicou os 2 primeiros livros de jogo de damas no Brasil, ambos em damas internacional, tabuleiro de 100 casas.

Nessa época, no Rio de Janeiro, os torneios eram organizados em tabuleiros de 64 e 100 casas.

O dia 9 de maio é consagrado como o “DIA DO DAMISTA BRASILEIRO”, em homenagem à data de aniversário de Geraldino Izidoro da Silva.

Essa data foi homologada pela Assembléia Geral da Confederação Brasileira de Damas em 1975 e é estabelecida no Estado de São Paulo pela Lei 13.320, de 13 de janeiro de 2009.

O Coruja, de Geraldino Izidoro, publicado em 1940.

Essa homenagem foi prestada ao aniversário de Geraldino Izidoro por diversas razões:

Publicou os 2 primeiros livros no Brasil.

Iniciou a publicação de colunas de jogo de damas no Brasil, com publicações a partir de 1950, nas revistas A Cigarra” e “ O Guri”.

Foi o responsável, ao lado de Waldemar Bakumenko, pela unificação no Brasil das regras do jogo de 64 casas, fazendo-o ficar com as mesmas regras do tabuleiro de 100 casas.

Nas publicações de “O Guri” e de “A Cigarra”, Geraldino Izidoro iniciou a propagação do ensino do jogo de damas, começando a divulgar as primeiras técnicas do jogo de damas no país.

Também iniciou os primeiros concursos de solução de problemas.

Com essas publicações, Geraldino Izidoro expandiu o jogo de damas para todo o território nacional e estimulou a aparição de inúmeros torneios, a organização de clubes damísticos e incentivou que outros damistas iniciassem publicações nos mais variados jornais.

Em 1954, Geraldino Izidoro ganhou um excelente aliado: chegou ao Brasil o ucraniano Waldemar Bakumenko, campeão em 1927 da ex-União Soviética.

Waldemar Bakumenko iniciou em 21 de julho de 1954, sua coluna semanal “DAMAS”, nos jornais “A Gazeta” e "A Gazeta Esportiva", que na época estavam entre os mais importantes jornais da capital paulista,  avançando o trabalho que Geraldino Izidoro havia iniciado no final da década de 30.

 

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